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Gestão de Pessoas

A ciência por trás da contratação certa em operações de saúde

5 min de leitura

Contratar certo não garante uma operação eficiente

Uma operação de saúde pode reunir os profissionais certos e, ainda assim, não sair do lugar. Isso acontece porque eficiência não depende só de quem está na equipe, depende de rotina clara, capacidade dimensionada e processo definido ao redor dessa equipe.

Quando esse conjunto falta, até uma contratação tecnicamente boa perde força diante da rotina real do hospital ou da clínica.

Foi esse o ponto de partida da Elo People, a unidade de negócios do hub de soluções da Elo e-Health voltada a estrutura organizacional e execução dentro de operações de saúde.

3 motivos que tornam a contratação em saúde mais complexa

1. Demanda que não espera o ajuste da equipe Hospitais e clínicas lidam com um fluxo constante de exames, laudos e atendimentos. Isso leva muitos gestores a contratar sob pressão, resolvendo a vaga aberta sem dimensionar a capacidade real da operação. 2. Escassez global de profissionais especializados A Organização Mundial da Saúde projeta uma falta de 11,1 milhões de profissionais de saúde no mundo até 2030, concentrada principalmente em países de renda baixa e média. Isso torna a disputa por quem já é qualificado mais acirrada, inclusive no Brasil. (OMS, dez. 2024) 3. Alta rotatividade em funções operacionais Nem toda função carrega o mesmo risco. Um estudo conduzido em um hospital de ensino do interior de São Paulo registrou rotatividade média de 18,8% ao ano na equipe de enfermagem, chegando a 35,7% entre técnicos, a categoria mais exposta à sobrecarga de turno. (Ruiz, Perroca e Jericó, 2015)

Quando a equipe está completa no papel, mas a rotina continua sobrecarregada e o padrão de atendimento varia de um turno para o outro, a contratação resolveu uma vaga, mas não destravou a operação.

Como a Elo People aborda a contratação

A Elo People nasceu para tratar a contratação como parte de uma estrutura e não como um evento isolado. A abordagem combina gestão comportamental a uma leitura mais apurada do perfil de cada candidato, buscando um equilíbrio entre a pessoa e a rotina que ela vai assumir. É essa combinação que sustenta o índice de 93% de assertividade nas contratações conduzidas.

Na prática, isso significa entender, antes da contratação, qual rotina aquela vaga vai sustentar, qual capacidade a operação precisa em cada turno e que tipo de processo vai apoiar essa pessoa no dia a dia. A contratação certa, nesse modelo, já nasce encaixada na estrutura da operação.

O efeito em toda a operação

Ganhos de eficiência prometidos por uma nova tecnologia em saúde dependem da estrutura organizacional que já existe por trás da operação. Soluções como o Telelaudo e o Telecomando resolvem gargalos reais de disponibilidade, de radiologista e de técnico especializado, mas o resultado final ainda depende de capacidade dimensionada, rotina clara e processo definido ao redor delas.

Esse padrão se repete em diferentes frentes da operação de saúde: a tecnologia reduz um gargalo específico, mas o ganho de eficiência completo só aparece quando a estrutura organizacional ao redor dela também está pronta.

Fale com a Elo e-Health

Contratar bem é só o primeiro passo. A pergunta que fica é se a sua operação já tem a estrutura pra sustentar essa contratação no dia a dia. Conheça a Elo People e entenda como ela se encaixa na rotina do seu hospital ou da sua clínica.

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Descubra como podemos apoiar a sua operação de saúde — do diagnóstico à execução.